quinta-feira, 7 de novembro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 195)

                    - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS -  

                                         ANTIOCO E SIMÃO.   

                                    O rei Demétrio, depois de ter enviado a Simão Macabeu, uma mensagem - propondo aliança - e ter nomeado o Macabeu chefe e Sumo sacerdote dos judeus, tentava afirmar sua soberania sobre Simão e sua gente. Simão na verdade, seria mais um de seus vassalos. 

                                   Então - devido a instável situação dos judeus, este tratado não seria para sempre. Podendo ser revogado a qualquer momento. Segundo as circunstâncias e necessidades. Fato importante - que deve ser mencionado - foi o direito conseguido por Simão, de cunhar moedas. 

                                Isso, foi uma das maiores concessões conquistadas, por Simão e de vital importância, para os Macabeus; devido a liberalidade econômica. 

                               O soberano em questão, é Antioco IV Sidetes; filho de Demétrio I, irmão de Demétrio II. Enquanto este esteve detido em cativeiro; Antíoco, roubou-lhe a mulher; Cleópatra Téia. 

                            Então, no ano cento e setenta e quatro, a.C; Antioco parte para a nação de seu pai. E todo o exército o apoiaram! Trifão, fica somente com os mercenários. Sendo que entre este tipo de soldados, nunca existiu lealdade. 

                           Aproveitando-se da insegura situação de Trifão, Antioco o perseguiu; e ele refugia-se em um local, chamado "Dora do Mar". Porém, Trifão estava ciente de sua apavorante situação. Antioco cercou o local, com cento e vinte mil soldados de Infantaria e Oito mil de Cavalaria. 

                          Assim, Antioco, bloqueia o lugar; por terra e por mar. Ninguém entrava ou saia do local. Foi então que um mensageiro chamado Numênio - acompanhado de uma comitiva - chegou de Roma; com uma carta, para os soberanos de vários países; no qual estava grafado: "Lúcio! Consul de Roma"; saúda o rei Ptolomeu. 

                         Esta carta dos romanos - mui educadamente - interrompe o cerco de Trifão; o que sugere os autores bíblicos. Simão havia enviado a Antioco, dois mil soldados, prata e ouro. No entanto, o rei Antioco recusando, mandou tudo de volta para Simão; e ainda acompanhada de uma mensagem agressiva. 

                       Na carta, o rei dizia que Simão havia se apoderado de todos os territórios, que pertenciam ao seu império; referindo-se implicitamente, aos antigos tratados, feitos pelos seus antecessores. É que, quando não necessitava mais de Simão, rompeu o tratado! Que anteriormente havia feito. 

                     Ainda fez ameaças! Caso Simão não lhe devolvesse os antigos territórios - que eram israelitas - para voltar a compor o seu império, ele iria com seu exército, atacar os judeus. Na carta que os romanos haviam enviado a Antioco, recomendava que ele não atacasse Simão e sua gente. "Aconselhando" Antioco, a deixar Simão fazer a sua própria justiça; aos chamados judeus apostatas. 

                 O mensageiro de Antioco, chamado Antenóbio, ficou impressionado com os avanços, realizados por Simão em Jerusalém. Constatando que o Líder dos judeus, não era mais um simples chefe de revoltosos! E sim, a nova posição de Simão! Havia iniciado em Jerusalém, uma nova época. (I Mc. 15:1-36). 

CONTINUA. 

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