sexta-feira, 8 de novembro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 196).

                     - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS -  

                             Após ter entregado a carta do rei a Simão, Antenóbio ouviu a resposta imediata do Macabeu; que declarou não estar devendo nenhum favor ou benefício recebido; pois, não ocupou terra estrangeira. Porque aquela terra, sempre pertenceu aos judeus. Era um legado de seus antepassados; que injustamente, estava nas mãos dos inimigos pagãos. 

                     Disse também Simão que, tanto Jope e Gaza, eram fontes de mal estar, para os judeus, que haviam oferecidos por aquelas terras, três mil quilos de prata. Porém, Antenóbio nada disse. Muito enfurecido, voltou para onde estava o rei e relatou tudo ao monarca pagão. A decisão do rei, foi nomear um indivíduo de nome Cenebeu, para chefe supremo do litoral. Comandando um exército de infantaria e Cavalaria. O novo comandante, acampou diante de Judá, reconstruiu Quedron, reforçando suas entradas e hostilizando a população, enquanto o rei perseguia Trifão. 

                            PRIMEIRO ÊXITO DE JOÃO. 

                        João, dirigiu-se até Gaza e levou ao seu pai, as atitudes violentas de Cenebeu, contra a população indefesa. Simão reuniu os dois filhos - Judas e João - dizendo-lhes para substituí-lo, na luta contra os invasores pagãos. Então, reuniram vinte mil soldados de infantaria e cavalaria - sendo que esta foi a primeira vez - que os judeus utilizaram-se de cavalos em uma batalha. Tiveram que enfrentar um exército mais numeroso e mais bem equipado. No entanto - com a bravura e coragem de João - ao atravessar na frente o rio, que os separava do poderoso inimigo, os seus guerreiros, animaram-se! E o seguiram, com igual ânimo e coragem. 

                      Travaram uma luta violenta - com muitas mortes - de ambos os lados. No final, João saiu vitorioso do combate. Tendo o Macabeu incendiado a cidade, causando grandes prejuízos ao inimigo. Depois voltou para Judá. 

                                 A MORTE DE SIMÃO. 

                    Um tal de Ptolomeu de Abubo, que era governador da Planície de Jericó, tendo muita prata e ouro - também por ser genro - de Simão, que era o Sumo sacerdote; dando ouvidos ao ego - inflamado pelo pai da enganação - tentou apoderar-se de todo o país. Para levar avante a sua loucura, teria que matar Simão e seus filhos. 

                  Por ocasião das festas, do Sabat - ano cento e setenta e sete - no mês de janeiro, o filho de Abubo, enganando Simão e seus dois filhos - Matatias e Judas - depois de embebeda-los; para então esperar a chegada de Ptolomeu; e durante o banquete, assassinar Simão e os seus dois filhos e demais acompanhantes. 

                 Depois de ter registrado por escrito, o feito macabro - bem ao gosto do - "deus "antropomórfico, Ptolomeu comunica o fato, ao rei. Após várias outras providências - além de pedir apoio ao seu soberano - também enviou emissários a João; comunicando-lhe, a morte do pai e de seus irmãos. 

                Mandou um grupo de soldados até Jerusalém, para apoderar-se da cidade e do Templo. Porém, uma pessoa amiga de João - antecipando-se a Ptolomeu - chegou antes, onde estava João; prevenindo-o, da atitude traiçoeira e covarde! De Ptolomeu. 

CONTINUA.    

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