terça-feira, 21 de junho de 2016

LIVRO DE ESTER -- POSTAGEM -- 2.

                           No banquete preparado por Ester, estavam reunidos além da rainha, Assuero e o famigerado e confiante Amã. Entre brindes e comilanças, Ester espera pacientemente o momento certo para fazer o tão esperado pedido. Novamente o rei oferece a ester até a metade de seu reino. Até aquele momento, pouca coisa havia mudado! Mordecai, pouca coisa recebera, além de ter a vida salva e ser honrado pelo rei. Mas a terrível ameaça  ainda pairava sobre o povo hebreu. Amã ainda continuava ameaçador e ainda estava vencendo a rainha e Mordecai.
                           Entre brindes e comilanças, Ester lança-se aos pés do rei e faz seus pedido.
                           "Majestade, se quiseres fazer-me um favor, se te agradar, conceda-me a vida -- é o meu pedido -- e a vida de meu povo -- é o meu desejo. Porque meu povo e eu fomos vendidos para extermínio, a matança e a destruição. Se nos tivessem vendido para ser escravos ou escravas, eu me teria calado, já que essa desgraça não acarretaria prejuízo para o rei."
                            Então perguntou o rei: "Quem é? Onde está quem procura fazer isso? Ester responde:
                             O adversário e inimigo é esse malvado Amã! Amã ficou atemorizado diante do rei e da rainha."
                              Assuero, num acesso de fúria, levantou-se do banquete, dirigindo-se ao jardim. Ness interim, Amã já estava ajoelhada com o rosto no chão; aos pés de Ester, clamando pela própria vida.
                              Devemos notar, que a indignação do rei, não era devido ao seu espanto diante da crueldade a ser cometida a um povo inteiro, sob ameaça de Extinção; mas pela sua própria incompetência e descuido, em concordar com documentos e decretos, sem a conveniente análise de suas consequência politicas e econômicas. Não é racional, lógico e de bom senso, confiar cegamente em ninguém. E aquele, fora seu erro mais grave.
                              Tendo voltado novamente ao local do banquete, o monarca depara-se com Amã aos pés da rainha; que para seu entender, era uma atitude atrevida e desrespeitosa. Então, sua cólera se volta contra aquele em que depositara sempre a maior confiança; e que no entanto, o manipulara e conspirara contra o próprio rei. Finalmente compreendera tudo! Agora sabia quem salvara a vida dele e da rainha, fora Mordecai.
                               Então disse o rei:
                               "E se atreve a violentar a rainha diante de mim? Em meu palácio? Logo que disse isso cobriram o rosto de Amã, e Harbona, um dos eunucos do serviço pessoal do rei, sugeriu:
                                 Precisamente na casa de Amã instalaram uma forca de vinte e cinco metros de altura; Amã preparou-a para Mordecai, que salvou o rei fazendo a denúncia. o rei ordenou:
                                 Enforquem-no aí!

                        





 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...