E Jó continuou falando; agora em um tom meditativo a respeito dos aspectos da vida. Talvez, a inspiração tenha advindo de sua própria situação. Dissertava ele a respeito da brevidade da vida humana. A criatura nasce, torna-se dependente e carente de proteção até uma certa idade; diferente dos animais, alguns humanos ficam na casa onde nasceram a vida inteira. Quando envelhecem, se arrependem do medo que tiveram em trabalhar e formar família .
Outros, até formam família; porém, tornam-se um tirano dentro de casa. Mas como todos, também envelhecem e morrem, para então serem julgados no tribunal da própria consciência.
"...sobre tal homens abre os olhos e o fazes entrar em juízo contigo?"
Não podemos ter esperança na vileza e nem na imundícia! Alega o crítico e literalmente sarcástico Jó. A palavra "sarcástico" vem do grego "sarkastikós"; isto é, aquilo que, metaforicamente, dilacera a carne.
"Quem da imundícia poderá tirar coisa pura?"
A vida do ser humano na terra, tem um tempo predeterminado! Um pouco mais longo, ou breve; dependendo de como arbitrar a vida na carne. Mas jamais será da vontade do homem, o direito de quando irá morrer. Quando provoca por vontade própria a brevidade da vida, comete blasfêmia contra a Lei de Deus. Pela misericórdia de Deus, o homem é aliviado de seus sofrimentos, por breves períodos; para que tenha um respiro e renove suas forças.
"Desvia dele os olhares, para que tenha repouso..."
Novamente Jó recorre a natureza, em comparação com a insignificante vida do orgulhoso e cego ser humano! Vejam bem! Até mesmo uma árvore comum, se cortada ou quando morre, passa algum tempo, e começa novamente a ressurgir da terra; a princípio um pequenino raminho verde; para depois de alguns anos, lá está ela novamente frondosa e forte; oferecendo sobra, e as vezes, até mesmo frutos.
E nós seres humanos? Jesus nos comparou com a figueira estéril. "Pois há esperança para árvore..."
"O homem morre e fica prostrado; expira o homem e onde está?"
Após deixar o corpo inerte de carne, o Espírito torna-se errante! Isso acontece com a maioria deles. Porque nunca cogitou da vida espiritual! Pois era materialista, sensualista, e somente queria viver nos excessos da matéria. Somente encontrará um "norte" em sua nova vida, a vida verdadeira; não a mentirosa ilusão, que acreditava viver; quando saturar de tanto sofrimento.
"...assim o homem se deita e não se levanta; enquanto existirem os céus, não acordará."
Os materialistas somente "acordam" na vida espiritual, quando se tornarem humildes bastante, para encarar o espelho do próprio ego; e vislumbrar a verdadeira face horrenda saturada de sofrimento.
"...enquanto existirem os céus, não acordará, nem será despertado do seu sono."
Reflete Jó: Será que a vida continua para além da morte? E depois? Poderá a criatura retornar, assim como a árvore, brotará o homem novamente? Dará ele também frutos da sua carne? Pois existem também, árvores que são estéreis.
"Morre o homem, e depois volta a viver?"
Será que posso eu esperar ser substituído? se sim, esperaria de bom grado esta substituição. Refletiu Jó silenciosamente consigo mesmo. Embora o conceito de reencarnação de Jó seja um tanto distorcido, como é comum aos homens optarem pelo mais fácil; quando se trata de compromissos e responsabilidades. Mesmo assim, podemos chamar de um conceito primitivo da reencarnação.
"...como as águas gastam as pedras, e as cheias arrebatam o pó da terra, assim destrói a esperança do homem."
Somente o Criador é eterno! Tudo na criação se renova constantemente; e o homem também está inserido nesse infinito "vir a ser." Finalmente constata Jó que, cada criatura de Deus, tem o próprio caminho evolutivo; isso é particular e intrasferível.
"Os seus filhos recebem honras, e ele o não sabe; são humilhados, e ele o não percebe."
O ser humano não é um marionete de Deus! O maior legado do Criador a sua criatura, é o livre arbítrio. Somete o homem escolhe o caminho a trilhar. Se escolher bem, se aproxima do Criador; quando escolhe mal, afasta-se do Criador.
"Ele sente as dores apenas de seu próprio corpo, e só a seu respeito sofre sua alma."
"Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para justificação que dá vida." (I Romanos, 5:18).
Outros, até formam família; porém, tornam-se um tirano dentro de casa. Mas como todos, também envelhecem e morrem, para então serem julgados no tribunal da própria consciência.
"...sobre tal homens abre os olhos e o fazes entrar em juízo contigo?"
Não podemos ter esperança na vileza e nem na imundícia! Alega o crítico e literalmente sarcástico Jó. A palavra "sarcástico" vem do grego "sarkastikós"; isto é, aquilo que, metaforicamente, dilacera a carne.
"Quem da imundícia poderá tirar coisa pura?"
A vida do ser humano na terra, tem um tempo predeterminado! Um pouco mais longo, ou breve; dependendo de como arbitrar a vida na carne. Mas jamais será da vontade do homem, o direito de quando irá morrer. Quando provoca por vontade própria a brevidade da vida, comete blasfêmia contra a Lei de Deus. Pela misericórdia de Deus, o homem é aliviado de seus sofrimentos, por breves períodos; para que tenha um respiro e renove suas forças.
"Desvia dele os olhares, para que tenha repouso..."
Novamente Jó recorre a natureza, em comparação com a insignificante vida do orgulhoso e cego ser humano! Vejam bem! Até mesmo uma árvore comum, se cortada ou quando morre, passa algum tempo, e começa novamente a ressurgir da terra; a princípio um pequenino raminho verde; para depois de alguns anos, lá está ela novamente frondosa e forte; oferecendo sobra, e as vezes, até mesmo frutos.
E nós seres humanos? Jesus nos comparou com a figueira estéril. "Pois há esperança para árvore..."
"O homem morre e fica prostrado; expira o homem e onde está?"
Após deixar o corpo inerte de carne, o Espírito torna-se errante! Isso acontece com a maioria deles. Porque nunca cogitou da vida espiritual! Pois era materialista, sensualista, e somente queria viver nos excessos da matéria. Somente encontrará um "norte" em sua nova vida, a vida verdadeira; não a mentirosa ilusão, que acreditava viver; quando saturar de tanto sofrimento.
"...assim o homem se deita e não se levanta; enquanto existirem os céus, não acordará."
Os materialistas somente "acordam" na vida espiritual, quando se tornarem humildes bastante, para encarar o espelho do próprio ego; e vislumbrar a verdadeira face horrenda saturada de sofrimento.
"...enquanto existirem os céus, não acordará, nem será despertado do seu sono."
Reflete Jó: Será que a vida continua para além da morte? E depois? Poderá a criatura retornar, assim como a árvore, brotará o homem novamente? Dará ele também frutos da sua carne? Pois existem também, árvores que são estéreis.
"Morre o homem, e depois volta a viver?"
Será que posso eu esperar ser substituído? se sim, esperaria de bom grado esta substituição. Refletiu Jó silenciosamente consigo mesmo. Embora o conceito de reencarnação de Jó seja um tanto distorcido, como é comum aos homens optarem pelo mais fácil; quando se trata de compromissos e responsabilidades. Mesmo assim, podemos chamar de um conceito primitivo da reencarnação.
"...como as águas gastam as pedras, e as cheias arrebatam o pó da terra, assim destrói a esperança do homem."
Somente o Criador é eterno! Tudo na criação se renova constantemente; e o homem também está inserido nesse infinito "vir a ser." Finalmente constata Jó que, cada criatura de Deus, tem o próprio caminho evolutivo; isso é particular e intrasferível.
"Os seus filhos recebem honras, e ele o não sabe; são humilhados, e ele o não percebe."
O ser humano não é um marionete de Deus! O maior legado do Criador a sua criatura, é o livre arbítrio. Somete o homem escolhe o caminho a trilhar. Se escolher bem, se aproxima do Criador; quando escolhe mal, afasta-se do Criador.
"Ele sente as dores apenas de seu próprio corpo, e só a seu respeito sofre sua alma."
"Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para justificação que dá vida." (I Romanos, 5:18).
Nenhum comentário:
Postar um comentário