quinta-feira, 16 de maio de 2024

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 146)

                             - PRIMEIRO LIVRO DOS REIS - 

                       

                             Diante das palavras do profeta Elias, Acab decide fazer uma penitência - segundo o texto bíblico - ficou decidido - pela Lei do Retorno - que o rei, resgataria suas faltas, cometidas contra a Lei do Deus Único, reencarnado entre seus filhos ou netos; segundo as circunstâncias e necessidades. 

                             A pendência de Acab - embora suspensa - momentaneamente, não quer dizer que fora anulada totalmente. De fato, sua dinastia continua com seus filhos e terminando neles. Isso, não quer dizer que sua morte tenha sido ignominiosa. 

                            Agora é a vez do profeta Miqueias, passados três anos, sem que haja guerras entre Síria e Israel. Então - entrando em cena - com grande aparato, Miquéias; filho de Jemla, é feita com intenso aparato narrativo. 

                           Numa série de contradições, as suas palavras são extensas como qualquer oráculo ou ação mediúnica do profeta? Devido a introdução de um oráculo nas tradições israelitas, complicaram-se a vida dos médiuns e também chamados de profetas. 

                         Pois, teriam que ter - aquilo que Jesus recomendaria - séculos no futuro distante: "A sagacidade da serpente e a mansidão da Pomba"; para não cair, nas armadilhas do "deus" antropomórfico - pai da enganação e da mentira - e inventor do oráculo. A vida tornar-se-ia, mais difícil ainda, para os médiuns e também chamados profetas. 

                        Não se tratava de um simples oráculo; e sim, de uma confrontação, do verdadeiro profeta - enviado do Cristo Galáctico - com os escravos, enviados do pai da mentira e enganação. Com o único objetivo de atrapalhar ao máximo, o Programa do Cristo Galáctico para o planeta Terra. Uma história que vem se repetindo, nas figuras críticas dos profetas, Jeremias e Ezequiel. 

                        Neste capítulo "22" encontraremos três momentos proféticos verdadeiros. O primeiro deles é coletivo; com vários médiuns, dando testemunho do Deus Único entre o povo israelita. Lutam e são fiéis ao Deus Único e Verdadeiro. Por isso podem aconselhar o rei. 

                       A suas respostas são firmes em declarar e dar testemunho do Deus Único; não desviando e não deixando-se desviar, do Deus Verdadeiro. Não professando a fórmula oracular: "Assim diz o Senhor". Pelo contrário! Afirmam categoricamente! A ação Soberana, do Deus Único. Ou seja, jamais apelando para uma revelação especial; e sim, para a TRADIÇÃO JAVISTA. 

                     Já o segundo momento é individual. Um determinado profeta, entre o grupo - que pertencer - digamos, as tradições javistas, Sedecias ou vitórias do Senhor; este médium (Profeta) fará um ato simbólico, pronunciando o oráculo em sua fórmula clássica: "Assim diz o Senhor". Sedécias, profetiza a sorte do rei; se os demais profetas da irmandade o apoiarem, significando que este é o porta voz do grupo. 

                    Que recebendo uma mensagem do Senhor, a comunicou. Mesmo assim, todo cuidado é pouco! Pois o "deus" antropomórfico - pai da enganação e de todas as abominações - não descansa. 

"(...)Bem aventurados aqueles que ler e ouvirem as palavras desta profecia e guardarem as coisas que nelas estão escritas; pois o tempo está próximo". (Apocalipse, 1:3) 

Continua. 

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