- PRIMEIRO LIVRO DOS REIS -
Continuando a falar sobre o oráculo, e os médiuns que deles utilizavam; citaremos o terceiro e último momento, da forma de utilização do mesmo, e da interpretação, das mensagens proféticas.
O terceiro e último momento, é individual e desligado, dos grupos dos médiuns (Profetas). Estão a serviço do oráculo e não do rei. Estes ficaram conhecidos como "profetas das desgraças". Talvez devido a veracidade de suas mensagens - não falando apenas - o que o monarca desejava ouvir e sim, a mensagem verdadeira do Senhor - recebida por um Espírito leal - e vinculado ao Cristo Galáctico.
Estes ao serem comparados ao grupo, terão o título de: "Profetas do Senhor" e não propriamente do rei. Comparados com Sedecias, não falavam somente para satisfação do soberano porque estavam a serviço de um SOBERANO SUPERIOR ao rei terreno. Já Miquéias, inicia sua profecia, à semelhança de Sedecias. Algo em sua voz, era irônico; o que causou suspeitas ao rei.
Inclusive também, porque Miquéias, não pronuncia a fórmula clássica de introdução das mensagens: "Assim diz o Senhor". Somente depois o profeta fala a mensagem do oráculo. Podendo assim, tratar-se de mensagem verídica, como foram as mensagens de Amós e Jeremias. Estes foram os três momentos das profecias do oráculo. Mais uma vez lembrando que, dependendo da seriedade do profeta, e de sua vinculação; poderia vir do Cristo Galáctico ou do "deus" antropomórfico; pai da mentira.
Esta é a única explicação, lógica, racional, de bom senso e verdadeira; para explicar as discrepâncias, de uma profecia da outra. Mesmo porque, o oráculo é uma determinada Entidade espiritual, que pode ser do bem ou do mal; obedecendo a um "senhor" falso ou o Verdadeiro Senhor da Vida; o Cristo Galáctico.
Por exemplo! A respeito do rei Acab; seria o plano de "deus" que este fosse para a guerra e morresse? Segundo a profecia, o Senhor teria enviado um Espírito, que o engana, para que ele fosse para a guerra. Esta é a "profecia" ou a compreensão equivocada da mesma? Em Sedecias, falou o Espírito enganoso; e foi Miquéias - a palavra verdadeira - desenvolvendo entre ele e Sedecias, a dialética. O rei não acreditou em Sedecias e então, dá a verdade em Miquéias.
Uma interpretação mais cuidadosa, verdadeira, útil e racional, diria por exemplo que, o Senhor ao ouvir profetas, "permite" que existam também os falsos; devido a concupiscência humana. E, assim escutam o que desejam; negligenciando a verdade. Pois estão em sintonia com o pai da enganação e da mentira.
Assim, com estas ressalvas, encontramos também, a verdade que não quer calar. Inclusive a ambiguidade de determinados Espíritos. O engano de nossos desejos exacerbados, as ciladas da adulação. A necessária vigilância; para discernirmos cada Espírito, que aproximando-se de nós reencarnados, queiram nos influenciar e provocar. Todo cuidado é pouco! Em verificar se, a Entidade espiritual, procede de Deus, ou do pai da enganação e da mentira.
Continua.
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